O vídeo do designer Martin Woutisseth faz uma retrospectiva da obra do cineasta Stanley Kubrick. Um prato cheio pra quem gosta de animação e tipografia!
Stanley Kubrick – a filmography from Martin Woutisseth on Vimeo.
O vídeo do designer Martin Woutisseth faz uma retrospectiva da obra do cineasta Stanley Kubrick. Um prato cheio pra quem gosta de animação e tipografia!
Stanley Kubrick – a filmography from Martin Woutisseth on Vimeo.
Arquivado em Artes Plásticas, Cinema
Olha que coisa boa esse trechinho do filme The Blues accordin’ to Lightnin’ Hopkins, de 1967.
“But whenever you get a sad feeling, you can tell the whole rotten world you got nothing but the blues”
*
Depois que eu vi o vídeo, fui fazer uma pesquisa rápida e trombei com o site Blues Maker.
Ele deixa você escolher entre alguns refrões e harmonias para compor seu próprio blues. É bem legal de brincar!
Num papo profundo, Alemão comenta com Mauricião:
- É impressionante o que uma mina pode fazer com um cara, né? Não precisei nem de igreja, eu acordei um dia e não tinha mais vontade de beber nem de fumar. Então eu pensei: “Opa, aconteceu alguma coisa”. E foi Deus, não sei se Ele é o Raul Seixas, mas foi Deus.
- Aham.
***
Alemão se retira e Mauricião pensa alto:
- Eu ia perguntar: mas você ainda faz sexo?
(Nomes e diálogo: é tudo verdade)
Arquivado em Cotidiano
Gente, o que são essas propaganda antigas!?
A gente separou para vocês quatro anúncios, dois brasileiros e dois americanos:
Toddy: “Contém porque contém mesmo!” (via)
Coca-Cola: “Ooooi, pra nós também!”
Colgate: “Cleaner breath, cleaner taste, cleaner teeth!”
Kleenex: “They cling like cloth”
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Miragens – Arte Contemporânea no Mundo Islâmico nasceu de uma parceria do Instituto Tomie Ohtake e do Centro Cultural Banco do Brasil. Tendo em comum a origem árabe, dezenove artistas de dez nacionalidades – inclusive brasileira – trazem à mostra trabalhos fotográficos, colagens, gravuras, ilustrações, instalações técnicas e vídeos.
Subvertendo clichês e abusando de ironias, a exposição promove o encontro do público paulistano com a arte contemporânea islâmica, encontro esse que, segundo a curadora Ania Rodríguez, “contribui a confrontar as visões estereotipadas que o Ocidente sempre construiu com relação ao Oriente”.
Quem quiser visitar a mostra, ela fica no Instituto Tomie Ohtake até o dia 3 de abril. Vale muito a pena, considerando que o Instituto também realiza a exposição Relicário, com obras do Vik Muniz!
Arquivado em Artes Plásticas
O sentimento, quanto mais profundo,
mais pobre é na aparência e mais rico é no fundo.
Não de ornamentos vãos e frívola aparência se orgulha,
mas da sua própria essência.
Poder contar o seu ouro é sinal de pobreza.
E o meu amor, chegou a tal riqueza,
que nem pela metade eu contarei agora.
Shakespeare
***
Parte de uma das peças mais conhecidas no mundo, é quase impossível ler o poema sem pensar a história envolta nele. Não lembrar o amor do casal em meio às brigas de família e à tragédia final é muito difícil.
Há, porém, uma chance de sucesso: com repetidas leituras, tentar entender o que aquelas palavras dizem em si mesmas, em seu conjunto como poema de uma estrofe e sete versos. É daí que se podem encontrar muitos significados para o que se lê.
Como ideia principal do poema se vê a oposição entre os bens materiais e as virtudes da alma. Entre o ouro e o amor. Entre a grandeza dos sentimentos e o pouco significado do que é palpável, mas não é vivo. Também é visível a impossibilidade de expressão do que está dentro do homem, e acima disso, vê-se que quando o sentimento é real não há necessidade de exibi-lo ao mundo, ele existe na essência do ser.
Saindo um pouco do cerne daquelas palavras e pensando a aplicação delas hoje, se vê um poema atualíssimo, que remete aos sentimentos que existem, mas que não se sabe explicar racionalmente e que, assim, não são compreendidos pela maioria. Bons exemplos são os que vão pela contramão da vida atual: pessoas deixam empregos muito rentáveis para trabalhar com o que lhes dá prazer ou abdicam de seu tempo livre para se dedicar a ajudar o outro em trabalhos voluntários.
É nesses casos que se enxerga a riqueza pelos olhos de Shakespeare, mas sem a paixão entre homem e mulher que o poeta carrega no peito. O rico, como aquele que tem riqueza de espírito, possui uma alma alimentada e saciada.
Arquivado em Autorais, Literatura
O que é tristeza pra você? Essa foi a pergunta feita aos artistas Hélio Leites, Rita Pires e Márcio Moreno.
Tristeza, por Hélio Leites
As respostas, em forma de mini-documentários, são parte do projeto Thomás Tristonho. O filme do Coletivo Centro e da Vitrine Filmes conta a história de um menino de 16 anos que lida com a tristeza. Além de conviver com o sentimento, Thomás acredita ter o poder de espalhá-lo com o seu toque.
Enquanto o filme está em fase de pós-produção, mais documentários estão programados até seu lançamento. O próximo da lista conta com Fê Sztok, músico que contribuiu com a trilha sonora da produção.
E se você quiser ver o que os outros artistas disseram, dá uma olhada lá no site do projeto!
Arquivado em Artes Plásticas, Cinema